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Futuro da Educação no Brasil: instituições de ensino precisam apostar em acessibilidade social

O futuro da educação no Brasil exigirá que o sistema de ensino se ajuste à realidade das pessoas, sem gerar dívidas, acredita o especialista Daniel Spolaor, CEO da Korú, escola que já ofereceu mais de R$ 1 milhão em bolsas


Crédito da foto: Assessoria de imprensa

No Brasil, há um cenário muito comum entre os alunos de cursos profissionalizantes: eles se matriculam em um curso, investem dinheiro na formação e em determinado momento não conseguem finalizar os estudos e ainda ficam com uma dívida. Para complicar, em alguns casos a pessoa se forma, mas não consegue um emprego na área. A Korú, polo de conhecimento e aceleradora de carreiras, tem mostrado que é possível mudar esse panorama. Com pouco mais de um ano de atuação, a evasão é de apenas 13,5% e o índice de empregabilidade é de 83%. A receita do sucesso? Além da qualidade de ensino, os estudantes estão buscando acessibilidade, humanização, acolhimento, mais orientação sobre carreira e conexão com o mercado, aspectos que a Korú se dedica.


“O futuro da educação no Brasil exige que o sistema de ensino se ajuste à realidade das pessoas, sem gerar dívidas, e não o contrário”, é o que acredita Daniel Spolaor, CEO da Korú. O executivo, com quase duas décadas de experiência em grandes corporações na área de Recursos Humanos (RH), já foi diretor de Gente da Ambev para a América do Sul, diretor de Gente e Estratégia da AmbevTech e diretor de Gente e Operações da renomada consultoria Falconi.


Ao analisar o mercado, é possível identificar que a Educação a Distância (EAD) estourou durante a pandemia, mas, agora, os crescentes números de evasão vêm preocupando muitas edTechs (startups de Educação). A depender do formato das aulas, embora não haja um pesquisa formal no setor, a taxa de evasão dos cursos pode chegar a 70%. Na Escola Korú o cenário é diferente e bem mais participativo: a evasão é 50% menor do que os últimos quatro meses de 2022, ficando em 13,5%, e a meta é diminuir ainda mais esse número.


A resposta talvez esteja em ir além e ser mais do que uma startup de educação, mas na combinação entre uma edTech e uma hrTech, com a finalidade de derrubar o muro entre as escolas e as empresas. Com essa perspectiva, o acolhimento faz a diferença para quem adentra a sede do prédio em Campinas/SP. O ambiente aconchegante lembra o de uma charmosa cafeteria e isto, somado à forma como os profissionais da Korú se relacionam com os alunos, fazem o intangível ser sentido no quotidiano dos alunos. A lógica da Korú é de estar presente em cada passo do aluno, contribuindo não só para a formação, mas com foco na construção de carreira, objetivos individuais e necessidades pessoais, incluindo desafios financeiros, tempo, desenvolvimento individualizado das habilidades de cada um e ajuda permanente na construção de uma rede de contatos.


“Acreditamos que os estudantes precisam ser acolhidos com respeito à diversidade. Além disso, é fundamental que eles desenvolvam suas habilidades comportamentais, que hoje têm tanto valor quanto as habilidades técnicas e ainda, tenham oportunidades reais de fazer networking e mostrar o próprio potencial para empresas parceiras”, ressalta Daniel. A Korú, por exemplo, promove encontros presenciais entre alunos, ex-alunos e companhias do porte de Ifood, Ambev, Exato Digital, Sinch, Viceri Seidor e Arcor, como a feira de empregabilidade Ko.necta, e ainda conta com o grupo de ex-alunos para lifelong learning e encarreiramento chamado Raízes. “São chances reais para quem mais precisa, uma vez que hoje 95% dos nossos alunos pertencem a algum recorte de vulnerabilidade social e que, por vezes, precisam desenvolver autoconfiança de que é possível acessar as melhores oportunidades do mercado”, completa. A pesquisa da Endeavor, Futuros Possíveis, mostra que apenas 48,1% das escolas possuem iniciativas concretas de conexão com o mercado de trabalho.


É o caso do Jefferson Paixão, de 33 anos, que estava desempregado há uma década e se formou em Marketing Digital da Korú. Isento do valor do curso, ele pôde voltar a estudar a área que sempre gostou. “Para mim, a bolsa integral foi um passaporte para outra realidade, de ascensão financeira e de qualidade de vida”, conta. Antes de se formar, Jefferson se tornou community manager de uma startup de publicidade. “Na Korú eu aprendi a me enxergar como profissional, a descobrir minhas potências e acreditar que eu, uma pessoa preta, periférica e trans não binária, posso alcançar lugares que nem imaginava", diz o aluno.


A Korú ainda apresenta outros números bastante significativos em torno da decisão de tornar mais humana a relação entre instituição de ensino e alunos. Com isso, alguns dos resultados são inadimplência de apenas 8% dada à customização de formatos de pagamento dadas as diferentes realidades de cada aluno. “A expectativa é que este ano o número de alunos que vão concluir os cursos seja de 6 a 7 vezes maior que em 2022, quando formamos 400 profissionais”, diz Daniel. Assim, serão pelo menos 2,5 mil formandos.


Histórico


Há um ano, a Korú entrou no mercado das edtechs com um grande diferencial: o de ser, também, uma hrtech, isto é, uma startup de RH. Entendendo que o estudo é uma questão de oportunidade – negada a grande parte da força de trabalho do Brasil –, a escola funciona com um robusto sistema de bolsas. As bolsas integrais são destinadas a mulheres, pessoas negras, LGBTQIA+, pessoas com mais de cinquenta anos, PcDs e pessoas sem um emprego formal. Os demais candidatos podem conseguir bolsas de até 75%. Nos últimos meses, a Korú concedeu mais de R$ 1 milhão em bolsas de estudo.


A escola desenvolve seus cursos profissionalizantes nas áreas de maior demanda no mercado de trabalho, sejam presenciais, híbridos ou 100% online. Por isso, os cursos são intensivos, com duração de 6 meses, e com a capacidade de suprir diversas funções requisitadas pelas empresas. Atualmente, os cursos ofertados são Desenvolvimento de Software Full Stack, Marketing Digital, Produtos Digitais e Engenharia de Dados. Tão importante quanto o preparo para as áreas mais demandadas, é o contato que a Korú promove entre seus alunos e o mercado de trabalho, colocando-os para solucionar problemas reais de corporações e grandes empresas como Ambev, Arcor e iFood.


Sobre a Korú — Fundada em 2022 como uma startup aceleradora de oportunidades (access tech), em um ano, se tornou um ecossistema de empregabilidade em tecnologia e outras carreiras de alta demanda no Brasil, integrante do Movimento Tech, iniciativa do iFood e da XP Inc., e do Startup Weekend Campinas, iniciativa global com sede em Seattle (EUA). A Korú acredita que o futuro de uma sociedade sustentável está na integração de grupos minorizados nas escolas e nas empresas. Sua escola de cursos profissionalizantes na área de tecnologia, vendas e marketing, indústria e liderança tem um programa de bolsas de estudo em parceria com grandes empresas, a exemplo de Ambev, iFood, Sinch, Votorantim, Alpargatas e Luxxotica – que também investem em educação corporativa por meio da Korú. Saiba mais em escolakoru.com.br



Por assessoria de imprensa


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