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Mulheres: ginecologia integrativa trata a saúde em vez da doença

Crédito da foto: Assessoria de imprensa

Se você costuma ir ao médico apenas quando fica doente, talvez seja a hora de mudar sua visão. Uma nova corrente, a chamada medicina integrativa, propõe tratar da sua saúde e não da doença. "A medicina integrativa foca em diagnosticar e resolver os problemas em sua causa raiz, do micro ao macro. É uma forma de interligar os três pilares de saúde: mente, corpo e espírito', afirma a ginecologista Daniela Textor.


Segundo ele, grande parte das mulheres chega ao seu consultório com queixas sobre cansaço, fadiga, indisposição, baixa energia, o que somatiza dores físicas pelo corpo todo, dores de cabeça e desmotivação. Mas isso pode ser resolvido com mudanças de hábitos.


"A inflamação, uma das causas mães da grande maioria dos problemas de saúde hoje, pode ser prevenida e combatida com mudanças no estilo de vida. Fatores que predispõem e aumentam a inflamação, são por exemplo, uma alimentação rica em farináceos, açúcar, embutidos e industrializados, o sedentarismo [ela recomenda pelo menos 150 minutos de atividade física moderada por semana], o alcoolismo e o tabagismo', diz.


Segundo ela, soma-se a isso a intoxicação por metais pesados como chumbo ou mercúrio, muitas vezes presentes em alimentos tratados com aditivos químicos, um problema ainda bastante ignorado. "Além disso, o cultivo de sentimentos ruins, como mágoa e rancor, também influenciam no campo vibracional, podendo inclusive causar modificações e mutações celulares."


A médica afirma que muitos dos problemas comuns enfrentados pelas mulheres podem ser prevenidos. "Mudanças de hábito podem prevenir uma série de doenças como obesidade, doenças cardiovasculares, neurodegenerativas, entre várias outras. Essas mudanças incluem alimentação equilibrada – afinal, tudo começa no intestino –, prática de exercícios regularmente e suplementação adequada de minerais, vitaminas e modulação hormonal."


Mas a medicina integrativa vai além. Trata cada paciente de forma personalizada, com a identificação da reação individual diante de uma doença, sinal ou sintoma. Para isso, os medicamentos manipulados são importantíssimos.


"Uma parceria entre o médico e o farmacêutico gera resultados espetaculares. Cada indivíduo é único, e os medicamentos precisam ser também. Desde a dosagem, até a forma de administração, o objetivo é atender demandas personalizadas, para que os resultados sejam ainda melhores", afirma Mário Abatemarco, farmacêutico, especialista do Grupo Farmácia Artesanal, um dos maiores do setor, com mais de 100 lojas em nove estados brasileiros e no Distrito Federal.



Por assessoria de imprensa

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