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“Tontura” - Quando procurar ajuda especializada

30% da população sofre de tontura; quando tratar

Rafaella Conduru, fonoaudióloga (Crédito da foto: Assessoria de imprensa).

Que atire a primeira pedra aquela pessoa que nunca sentiu “a cabeça rodar” ou como se o chão estivesse desnivelado ou inclinado enquanto se caminha ligeiramente. Isto é característico de uma tontura e pode aparentar ou não ser um mal-estar passageiro. No geral, se tenta justificar o problema à falta de alimentação ou até o calor muito forte. Também se atribui à vertigem alterações nos níveis de colesterol, triglicerídeos ou até glicemia (glicose). Porém, nem toda tontura está relacionada a estas enfermidades e pode ser algo que requer ajuda especializada.

A tontura pode ser consequência de problemas labirínticos e pode aparecer principalmente em pessoas a partir dos 40 anos de idade. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que 30% da população do planeta sofre de tontura, principal sintoma da labirintite – condição que afeta o labirinto, que é uma estrutura interna do ouvido e tem a função de equilíbrio e percepção espacial. O diagnóstico é feito por meio de exames médicos.

A fonoaudióloga Rafaella Condurú ressalta que os sintomas podem ser mais brandos em alguns pacientes, se manifestando de forma sútil, e em outros os sinais podem ser mais fortes resultando, além da tontura, em vômitos e dores. “De maneira geral, as pessoas no início tendem a não dar importância porque tomam remédios paliativos para suavizar os sintomas, que no início podem acontecer de forma esporádica, levando anos para se manifestar de forma mais intensa”, atenta.

Fatores relacionados à qualidade de vida influenciam diretamente no agravamento da labirintite e as crises podem aumentar com movimentos corporais errados. O tratamento é feito com medicamentos e mudanças de hábitos para minimizar o estresse e a ansiedade. “Evitar consumo de álcool e cigarros, por exemplo, além de se alimentar de forma correta. A hidratação é importante (beber bastante água), assim como controlar os níveis de colesterol, triglicerídeos e glicemia”, sinalizou a fonoaudióloga.



Por assessoria de imprensa.

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